... eu estava no sistema de transporte público de uma grande cidade. Eu estava numa estação subterrânea de integração de ônibus e metrô. O sistema parecia ser muito eficiente, mas um usuário de fora ficaria muito confuso com as rampas de acesso e até mesmo com o sistema de cartão que debitava o valor da passagem. Era uma cidade litorânea, aparentemente sem praias na região metropolitana. Havia, porém um lindo calçadão a beira mar, com prédios do início do séc. XX e charmosas lojinhas numa rua somente para pedestres de briquetes vermelhos. Era arborizada e as pessoas na rua eram gentis e educadas.
Depois sonhei com um jogo à Tomb Raider, com tumbas e alavancas, chaves, sarcófagos, inimigos e botões de ataque no console.
Sunday, April 29, 2012
Sunday, August 7, 2011
Conversa alienígena
... eu conversava com um extraterrestre. Ele tinha uma aparência humana e me contou muitas coisas. Uma delas era que eles se imiscuem entre nós e que não percebemos a sua presença. Também me relatou que eles mesmos não sabiam de onde eram e que, por viverem havia tanto tempo no universo e por ocuparem tantos mundos, tinham perdido a noção de sua origem. Apesar disso, disse-me ele que provavelmente vinham de Io, a quarta maior lua de Júpiter.
Tuesday, February 2, 2010
Monday, February 1, 2010
Cãozinho
... vi meu (nosso) falecido poodle, Sphyx. Ele estava com o pelo bem cheio, mas muito bem cortado. Tinha um comportamento vivaz mas tranqüilo, como lhe era peculiar.
Thursday, January 21, 2010
Fila
... estou numa sacada observando um ensaio de teatro. A diretora põe em marcha cerca de vinte atores em fila, que percorre muito do espaço abaixo de mim, andando pelo pátio, entrando e saindo de portas. David vem ao meu encontro e pergunto-lhe por que ele não está participando do ensaio. Responde-me que é uma cena da qual não participa e, por isso, foi dispensado do exercício. Ao mesmo tempo, lembra-se de que deveria ter entregado um trabalho escrito para a Teresinha, e assusto-me porque também deveria entregar. Saímos dali apressados para resolver o problema.
Friday, January 15, 2010
Magia
... estou numa casa com várias pessoas, uma grande família com muitos irmãos. Alguém surge com uma varinha mágica, uma varinha de condão. Ela é fina, com aprox. 50 cm de comprimento e um penacho verde ou azul numa das pontas. O portador executa muitas maravilhas com o instrumento, fazendo aparecer e modificando objetos e disposições no lugar, o que maravilha a todos. Alguns, porém, começam a duvidar dos poderes mágicos do objeto, dizendo não se passar de truque.
Para pôr fim a tais dúvidas, consigo ter acesso à varinha e começo a fazer verdadeiras mágicas. Depois disso, vejo que o objeto pode ser perigoso, porque ele reage a qualquer pensamento e pode mudar completamente um ambiente apenas modulando a vontade enquanto se o segura. Temendo que ele caia em mãos erradas, consigo um esconderijo numa fenda em uma das paredes da casa.
Isso me deu tempo para pensar bastante no que queria fazer do meu próprio quarto com os poderes da varinha, e imediatamente penso em materializar um lindo cravo de dois manuais e três conjuntos de cordas, com pelo menos quatro registros. Vou até o esconderijo, pego a varinha e vou para o quarto, mas chegando lá, percebo que seus poderes se foram.
Para pôr fim a tais dúvidas, consigo ter acesso à varinha e começo a fazer verdadeiras mágicas. Depois disso, vejo que o objeto pode ser perigoso, porque ele reage a qualquer pensamento e pode mudar completamente um ambiente apenas modulando a vontade enquanto se o segura. Temendo que ele caia em mãos erradas, consigo um esconderijo numa fenda em uma das paredes da casa.
Isso me deu tempo para pensar bastante no que queria fazer do meu próprio quarto com os poderes da varinha, e imediatamente penso em materializar um lindo cravo de dois manuais e três conjuntos de cordas, com pelo menos quatro registros. Vou até o esconderijo, pego a varinha e vou para o quarto, mas chegando lá, percebo que seus poderes se foram.
Monday, December 14, 2009
Sonho de outrora II
Outrora, estava num corredor do que parecia ser uma escola. Entrei na sala de aula e me senti atrasado, pois os outros alunos já estavam lá. Fui sentar-me ao lado de uma moça ruiva, a quem dirigi um gracejo. Ela me repreendeu sem muita severidade, e me apressou para que me sentasse.
O professor parecia ser também um sacerdote; trajava um terno cinza fechado sem gravata, com uma camisa preta de colarinho branco. Assim que me sentei, dirigiu-se a mim com uma vela numa das mãos. Sua mão livre fechou meus olhos e pousou sobre a minha testa, mais precisamente na interseção do couro cabeludo. Sua outra mão pousou sobre esta, deixando a vela em riste sobre a minha cabeça. Nesta posição, ele se abaixou até meu ouvido e me disse: "Muito antigamente, antes de Atlântida, havia cinco raças. Você sabe do que estou falando." Muitas imagens se passaram na minha mente, e ficou claro que duas das raças se extinguiram, uma delas com a civilização que desenvolveram, Atlântida. Durante o fluxo de imagens em minha mente, emocionava-me e lágrimas escorriam.
O professor parecia ser também um sacerdote; trajava um terno cinza fechado sem gravata, com uma camisa preta de colarinho branco. Assim que me sentei, dirigiu-se a mim com uma vela numa das mãos. Sua mão livre fechou meus olhos e pousou sobre a minha testa, mais precisamente na interseção do couro cabeludo. Sua outra mão pousou sobre esta, deixando a vela em riste sobre a minha cabeça. Nesta posição, ele se abaixou até meu ouvido e me disse: "Muito antigamente, antes de Atlântida, havia cinco raças. Você sabe do que estou falando." Muitas imagens se passaram na minha mente, e ficou claro que duas das raças se extinguiram, uma delas com a civilização que desenvolveram, Atlântida. Durante o fluxo de imagens em minha mente, emocionava-me e lágrimas escorriam.
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